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tehaGRUPO TEHA

Automação e IA · Núcleo Operacional

Seu processo trava sempre no mesmo lugar. Só ninguém plugou a IA que enxerga isso na hora que acontece.

Dado que só vira número quando já é tarde, processo que passa de planilha pra planilha entre sistemas que não conversam, gargalo que ninguém explica depois — a engenharia do Grupo Teha treina a IA que enxerga isso no seu processo. Não um molde de prateleira.

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Visita técnica antes de qualquer proposta

Engenharia treinando IA e conectando sistemas no Núcleo Operacional do Grupo Teha

A gente treina IA. Não é ChatGPT genérico — é sistema que opera com resultado auditável.

Perguntar algo pro ChatGPT e ter certeza de um resultado são duas coisas diferentes. Um responde com confiança mesmo quando erra; o outro entra na sua operação com taxa de acerto medida, testada contra o seu histórico e auditável quando a diretoria perguntar. A Revolute Digital é a empresa de engenharia do Grupo Teha, e é isso que a gente treina pro seu negócio.

O que a gente ataca é onde a operação sangra todo dia: venda que esfria porque ninguém fez follow-up, estoque que só é atualizado no fim do dia, financeiro fechando conciliação na mão, processo que vira ponte manual entre um sistema e outro. Sistemas conectados direto, dado tratado saindo de onde ele nasce e chegando onde alguém decide, IA operando dentro do processo — não um relatório a mais que ninguém lê.

A prova de que aqui é engenharia de verdade não é slide: o grupo constrói e mantém o próprio SaaS em produção, com cliente pagante em cima, infraestrutura e IA rodando todo dia. O que a gente faz pro seu negócio sai da mesma mesa e do mesmo padrão.

Como funciona

Da visita técnica ao que roda em produção.

01

Visita técnica e mapeamento do processo

A gente vai até a operação ver o processo rodando: onde o gargalo aparece, em que ponto o dado para de existir, o que ainda é feito na mão, qual problema ninguém consegue explicar. Sai daí o problema com número — a taxa atual, o custo mensal daquilo. Sem essa linha de base, não tem como provar ganho depois.

02

PoC de escopo fechado, com critério de sucesso definido ANTES

Antes de qualquer projeto grande, a gente roda uma prova de conceito de 6 a 8 semanas num recorte só — um processo, uma equipe, um período. O critério de aprovação é combinado e escrito no começo (ex.: reduzir X% do tempo ou do erro naquele recorte). Se não bater, você não segue — e sabe disso desde o primeiro dia.

03

Integração e implantação sem parar a operação

Aqui é engenharia: integração com os sistemas que você já usa, tratamento de erro pra não travar o processo quando algo sai do padrão, implantação em janela combinada com o seu time, não no susto.

04

Medição, transferência e suporte

Depois de no ar, a gente compara com a linha de base do passo 1 e mostra o ganho em número — não em adjetivo. Deixa documentado, treina a sua equipe pra operar sem depender da gente, e fica com suporte acordado pro que quebrar. Automação que larga a operação na mão no primeiro mês não é entrega, é problema novo.

Por que o Grupo Teha

A maioria de quem vende "automação e IA" terceiriza o código, monta no improviso e some quando quebra — ou empurra ChatGPT genérico como se fosse sistema. O Grupo Teha treina a IA pra entrar na sua operação com taxa de acerto medida no seu ambiente, não em dataset de laboratório. E a credencial não é um slide: o grupo constrói e mantém o próprio SaaS em produção, com cliente pagante em cima — a mesma mesa que desenha a sua automação sustenta software no ar todo dia. Some a isso a experiência de operar pra empresas de porte nacional e o fato de você começar por uma PoC com critério combinado antes: se não bater o número, você não segue. Não é freela que entrega script e desaparece.

Pra quem é

  • Empresa de porte médio, com dono ou diretor presente na decisão — porte onde dá pra medir o ganho rápido e implantar sem seis meses de comitê.
  • Tem gargalo, retrabalho ou perda que todo mundo conhece de vista, mas ninguém consegue provar a causa com dado.
  • Processo ainda é manual ou os sistemas não conversam entre si — alguém vira ponte passando número de um sistema pro outro.
  • Já ouviu pitch de IA que virou demo bonita e nada em produção, e quer ver critério de sucesso escrito antes de assinar.

Perguntas da primeira reunião técnica

Onde o sistema roda: na nuvem ou nos seus servidores?

Depende do caso, e a gente decide junto. Pra maioria dos processos (vendas, estoque, financeiro), roda em nuvem, com a integração puxando dado direto dos sistemas que você já usa. Quando o processo exige resposta em tempo real dentro da operação, parte do processamento pode rodar localmente. Se a sua política de segurança exigir tudo on-premise, é viável; muda o dimensionamento, não a solução.

Como vocês integram sem travar a operação ou furar a segurança dos meus sistemas?

A integração acontece por API ou conexão dedicada com os sistemas que você já usa, sem expor dado além do necessário — combinado com o seu TI antes de qualquer acesso. Onde fizer sentido, a leitura é preferencialmente passiva (só lê, não escreve) na primeira fase. Implantação e cutover acontecem em janela acordada com o seu time — nada é ligado "pra ver o que acontece" no meio da operação.

E a LGPD? Meus dados de cliente e operação ficam seguros?

Sim — minimização e anonimização onde fizer sentido, base legal e prazo de retenção definidos junto com o seu jurídico, tudo documentado em contrato. Se o seu processo envolver câmera (comum em produção), a captação é voltada pro processo, não pra pessoa. O grupo já opera sob LGPD no software próprio — não é assunto novo aqui.

Como vocês provam que a IA acerta antes de eu comprar o projeto inteiro?

Pela PoC. A gente estabelece a linha de base do seu processo hoje (taxa atual, custo), combina por escrito o critério de aprovação e roda 6 a 8 semanas num recorte só. A medição é no seu ambiente, com os seus dados reais — não em dataset genérico. Se não bater o critério, você não segue pro projeto.

Quanto custa e em quanto tempo se paga?

A PoC tem valor fechado e escopo fechado, definidos depois da visita técnica — sem isso qualquer número seria chute. O que a gente faz questão de calcular junto é o payback: quanto o gargalo, o retrabalho ou a hora perdida custam hoje por mês, e em quanto tempo o projeto se paga com esse ganho. Se a conta não fechar, a gente fala antes de você gastar.

O sistema continua funcionando depois que vocês entregam?

Esse é o ponto. A gente constrói com tratamento de erro pra não travar o processo no primeiro caso fora do padrão, deixa documentado, treina a sua equipe e mantém suporte com escopo e prazo de resposta acordados em contrato. Automação que larga a operação na mão no primeiro mês não é entrega, é problema novo — e a gente não trabalha assim.

Me conta onde sua operação perde hoje — gargalo, retrabalho, processo manual, sistema que não conversa com o outro. A gente faz a visita técnica, levanta a linha de base com número e diz com sinceridade se dá pra resolver com IA e quanto tempo leva pra se pagar. Se fizer sentido, começa por uma PoC de escopo fechado, com critério de sucesso combinado antes.

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