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Seu vendedor fecha em mês bom e some em mês ruim: o problema não é ele, é a falta de processo

Por que o seu comercial vende bem num mês e trava no outro — e como trocar a sorte por um processo de vendas que roda igual mesmo quando o melhor vendedor falta.

Seu vendedor fecha em mês bom e some em mês ruim: o problema não é ele, é a falta de processo

Tem um padrão que assombra quase todo dono de negócio que vende: o mês bom e o mês ruim. Num mês a equipe fecha, o caixa respira, parece que finalmente engrenou. No outro, sem nada ter mudado de óbvio, tudo trava. A explicação fácil é culpar o vendedor — falta de garra, desânimo, time fraco. Quase sempre, está errada.

O que separa o mês bom do mês ruim raramente é a pessoa. É a ausência de processo. Quando vender depende da inspiração de quem está atendendo, o resultado vira loteria: às vezes sai, às vezes não. E loteria não dá pra planejar nem pra escalar.

O sintoma: o comercial mora na cabeça das pessoas

Faça um teste honesto. Se o seu melhor vendedor sair de férias por duas semanas, o que acontece com as vendas? Se a resposta é "despencam", você não tem um comercial — tem uma pessoa talentosa segurando tudo sozinha.

Quando o processo não está escrito, cada venda é reinventada do zero. Um cliente é abordado de um jeito, outro de outro. Um orçamento recebe follow-up, outro é esquecido. A informação de quem está perto de fechar vive na memória de alguém, não num sistema. Funciona enquanto a pessoa certa está lá e bem. Quando ela falta — ou sai — o buraco aparece.

Os três lugares onde o caixa vaza

Na prática, o comercial sem processo vaza dinheiro em três pontos previsíveis:

A abordagem inconsistente. Sem um roteiro do que falar, em que ordem, com que perguntas, cada atendimento depende do dia que a pessoa está tendo. Cliente igual recebe tratamento diferente, e a taxa de conversão balança junto.

O follow-up que não acontece. Esse é o maior vazamento. A maioria das vendas de ticket médio ou alto não fecha no primeiro contato — fecha no terceiro, no quinto. Mas quando não há um processo que lembra e cobra o retorno, o "vou pensar" do cliente vira silêncio definitivo. Não porque ele não queria comprar: porque ninguém voltou.

A falta de visão do funil. Sem enxergar quantas oportunidades estão em cada etapa, o dono dirige no escuro. Não sabe se o problema é falta de gente entrando, gente parando no meio, ou gente sumindo na hora de fechar. Sem diagnóstico, não há ajuste.

O que muda quando vira processo

Estruturar o comercial é transformar essas três frestas em rotina. Um funil desenhado, com etapas claras. Uma abordagem escrita, que qualquer um do time executa igual. Um follow-up que não depende de memória — está no sistema, com prazo e lembrete. E um lugar único onde toda oportunidade vive, pra você enxergar onde o caixa está preso.

O efeito é direto: o resultado para de balançar com o humor da equipe. O mês ruim deixa de ser surpresa, porque você vê a queda chegando no funil e age antes. E quando alguém sai, o processo fica — o próximo entra e opera o mesmo jeito.

Por que processo de verdade precisa de sistema, não de PDF

Aqui está a diferença que importa. Muita consultoria comercial entrega um diagnóstico bonito, um PDF de boas práticas, um treinamento motivacional — e vai embora. Duas semanas depois, a equipe voltou ao improviso, porque processo que não está dentro de uma ferramenta não sobrevive ao dia a dia.

O Grupo Teha estrutura o comercial de um jeito diferente: o processo entra rodando no sistema. Funil, abordagem e follow-up vivem dentro do Teha CRM — o próprio sistema que a gente construiu e mantém no ar. Não é teoria de quem leu o manual; é processo desenhado por quem opera comercial de verdade e o coloca pra rodar no software que sustenta a operação. São +R$ 200 milhões já gerados com esse jeito de operar.

Você não contrata uma palestra. Contrata o método e o sistema juntos, de quem usa os dois todo dia. Se o seu comercial vive de mês bom e mês ruim, o caminho não é cobrar mais do vendedor — é dar a ele um processo que faz o resultado parar de depender de sorte. Fale com a gente: a gente mapeia como você vende hoje e mostra onde o caixa está vazando.

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O Método ICR é uma das soluções do Grupo Teha pra mover o seu caixa. Veja as outras:

Perguntas frequentes

Consultoria comercial serve pra negócio pequeno?

Serve pra qualquer negócio que vende e não tem processo escrito — do consultório à PME. A gente estrutura funil, abordagem e follow-up pra parar de depender da inspiração do vendedor.

O que muda no meu comercial depois da consultoria?

Sai do improviso: passa a ter processo que roda igual mesmo quando o melhor vendedor falta, com o CRM segurando cada etapa. Vende por método, não por sorte.

Vocês só consultam ou implementam?

Implementam. O Grupo Teha tem o sistema próprio (Teha CRM) por trás — o processo que a gente desenha vai pro ar, não pro PDF.

Próximo passo

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